O Fim da Reconstrução e a retomada da rota de títulos

O termo quase se tornou pejorativo no meio esportivo gaúcho nos últimos anos: reconstrução.

Mas era necessário para que os colorados entendessem o que havia acontecido com o clube.

Desmontado, destruído, arrasado no biênio 15/16, não sobrou pedra sobre pedra.

Marcelo Medeiros assumiu o clube, no começo de 2017, sem um centavo, com dívidas extraordinárias, sem receita por conta de empréstimos e adiantamentos, grupo inchado com pelo menos 4 milhões de reais comprometidos mensalmente com atletas com contratos e que sequer seria utilizados, base destruída sem formar atletas, crise de credibilidade… um CAOS.

As montagens de grupos dos anos subsequentes sempre foram complicadas por conta de contrato longos, caros e mal feitos.

Aos poucos as coisas foram se arrumando. Gestão profissional, pés no chão, contratações de acordo com as possibilidades, remontagem da base, diminuição gradativa de déficit mensal.

Pois o final de 2019 é um marco. Pela primeira vez, com a venda de jogadores, vamos “zerar” as contas, aumentando a possibilidade de investimento. A “engrenagem” profissional montada pela gestão anda com normalidade e devolveu o clube aos trilhos.

Mesmo com tudo isso, nesses três anos conseguimos voltar para a série A sem sobressaltos em 2017, chegar na terceira colocação no brasileiro de 2018 e decidir a Copa do Brasil de 2019.

O pior já passou! E agora vem a missão de 2020 para selar a gestão de Medeiros como uma das mais importantes da história do clube: voltar a levantar taças.

Nós sabemos disso.

Ele sabe disso.

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